O senso de comunidade Ecoa na cabeça

Não lembro do contexto da discursão nem o seu propostito, mas ei, Guilherme Cavalcanti, é verdade! “it’s the community, Stupid!”

Não importa muito de onde a bola veio e sim para onde ela vai. Aqui na Bay Area de São Francisco, vi que eles são craques nisso: Movimentos de antecipação de futuro pelos esforços incessantes de inovação. A busca vem crescendo em cima de uma temática: criação de comunidade.

O massa é que tive a oportunidade de viver muito isso. Comunidade no sentido de pertencer a algo; é busca da inclusão em grupo e a boa vontade em participar da construção; é economia do compartilhamento, ajudar confiando quase que incondicionalmente e é o esforço conjunto por um propósito.

O elemento principal de uma comunidade,  é a inter-relação entre pessoas. E vi que existe sim, formas de conseguir torná-las mais saudáveis. Entender bem e engajar os diversos elementos, co-criar e recriar em conjunto e, principalmente, conectar umas às outras, são algumas das coisas que tem que ser buscada.

Como aprendizado para isso, o lugar escolhido, São Francisco, não poderia ter sido melhor. O insumo de gente colaborativa, a vontade de fazer e o caldo cultural é muito forte.

Mas aí vem minha paixão quase incondicional: sou mais Olinda em seu poço de água pura. Nesses tempos, se sentindo amedrontado por um futuro sujo, o bom que ainda soa a resistência. Mas defender, por si só, não avança.

Agora o esforço principal tem que ser dado ao Ecoar. Reproduzir-se no tempo e espaço. Perpetuar essa vida de cultura e criatividade tão pulsante. E isso sim, é meu manifesto de propósito, chamando todos para cocriar a cidade que a gente quer. E ai, topa?

Agora me encontro na última semana solitária (pelo visto, nem tanto assim). Começo a olhar a mala e refletindo sobre esse pequeno-grande começo da jornada que vem pela frente. Que bom, estou feliz! A expectativa, pelo foco que me auto impus antes desta viagem era grande.

Sinto-me satisfeito por toda a conquista nessa estrada tão “alterna” que decidi seguir. Ganhei mais confiança em mim mesmo e nesse primeiro degrau da Academia dos Doidos Responsáveis com Propósitos Sociais, estou me auto bacharelando.

Nos próximos dias resta aguardar com ansiedade a contagem regressiva para receber meu presente de graduação: a chegada da minha melhor companhia. Finalmente, depois de tanta coisa que minha mente viu e captou, vou tirar umas férias antes de voltar, e férias sem amor não dá.